EMDR: um novo olhar para o trauma

8 de junho de 2018 0
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Passar por momentos traumáticos pode levar a desequilíbrios e à dificuldade de convivência social. Ansiedade, fobias, doenças e transtornos somáticos, estresse, lutos e violências deixam marcas físicas e emocionais em crianças, jovens e adultos, com impacto profundo no desenvolvimento pessoal, no avanço das potencialidades e na realização de sonhos.

Para auxiliar os clientes com esse perfil, a Clínica Aelius oferece, dentre as abordagens psicoterapêuticas, o Eye Movement Desensitization and Reprocessing – EMDR. A Dessensibilização e Reprocessamento por meio dos Movimentos Oculares permite a ressignificação de experiências emocionalmente traumáticas pela estimulação bilateral do cérebro, que pode ser visual, auditiva ou tátil, a partir da comunicação entre os dois hemisférios cerebrais. A média de duração do processo terapêutico é de seis meses a um ano. Varia de acordo com os quadro e os sintomas do cliente.

“Em pouco tempo, o indivíduo tem a sensação de maior distanciamento da perturbação traumática. Espontaneamente, começa a reavaliar a experiência a partir de perspectiva mais otimista. Organiza-se melhor, passa a desfazer-se de sentimentos de culpa inadequados, consegue planejar um futuro melhor, a se permitir desejar coisas boas para si”, destaca Nadya Gomes, diretora da Clínica Aelius, que há quatro anos trabalha com o EMDR, a partir da formação pelo Instituto de EMDR Iberoamérica.

De acordo com ela, a técnica atua na memória do trauma, que fica registrada e congelada no cérebro, principalmente no hemisfério direito, grande responsável por administrar as emoções. Por outro lado, as ferramentas responsáveis pelo novo significado à experiência e por deixá-la, finalmente, no passado, se encontram no hemisfério esquerdo, à frente da objetividade e racionalidade. O EMDR possibilita o diálogo entre os dois lados.

O modelo terapêutico EMDR apresentou, desde o início, excelentes resultados em casos de Perturbação de Stress-Pós-Traumático, mas com o tempo verificou-se respostas positivas, também, no tratamento de ansiedade, quadros depressivos e psicossomatologia, com a promoção de situações de relaxamento corporal e sentimentos de tranquilidade.
“É necessária a análise clínica de uma psiquiatra ou psicólogo com formação na área, ou ambos para avaliação quanto ao uso da técnica. Não há contraindicação de idade. Devido à especificidade do tratamento de traumas emocionais, a intervenção não é indicada em pacientes com quadros psicóticos agudos, epilepsia sem controle medicamentoso ou esquizofrenia. Indivíduos com transtornos bipolares, borderline ou de personalidade devem ser acompanhados por terapeutas EMDR especializados nesses diagnósticos”, explica Nadya.

Saiba mais sobre o uso da técnica na Clínica Aelius. Marque a sua consulta.


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