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4 de junho de 2022 NotíciasOutros temas0

O Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado no dia 5 de junho, foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU), e tem como objetivo principal chamar a atenção de todas as esferas da população para os problemas ambientais e para a importância da preservação dos recursos naturais, que até então eram considerados, por muitos, inesgotáveis.


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5 de maio de 2022 NotíciasOutros temas0

Avaliação realizada pela Secretaria da Educação e o Instituto Ayrton Senna revelam efeitos da pandemia na saúde mental e socioemocional

Introdução:


Antes de mais nada, esta matéria não tem o intuito de gerar mais estresse em pais, professores e alunos, mas sim lançar luz sobre um desafio que será preciso encararmos nos próximos anos, reforçando que a equipe Aelius se coloca à disposição para enfrentar esse desafio com você, para isso contamos com uma equipe multidisciplinar para realizar avaliações que podem identificar alunos que estejam sofrendo com os males causados pela pandemia ou por outras características do mundo atual, caso seja identificado problemas relacionados a saúde mental e física, contamos com terapias e tratamento que podem auxiliar na busca do equilíbrio, promovendo saúde e bem estar a todos.

Também aproveitamos para ressaltar a importância do Instituto Ayrton Senna na educação do Brasil, que está sempre produzindo conhecimento e experiências educacionais inovadoras capazes de inspirar práticas eficientes, capacitar educadores e propor políticas públicas que focam na construção de um país mais evoluído.


Apresentação do estudo
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Dois de cada três estudantes do 5º e 9º ano do Ensino Fundamental e 3ª série do Ensino Médio da rede estadual relatam sintomas de depressão e ansiedade. Foi o que apontou um a Avaliação do Futuro, mapeamento realizado pela Secretaria da Educação do Estado de São Paulo e o Instituto Ayrton Senna, que contou com a participação de 642 mil alunos no âmbito do SARESP (Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo).

O estudo permitiu analisar a evolução do desenvolvimento de competências socioemocionais, saúde mental e violência no contexto da pandemia. Do grupo avaliado, um em cada três estudantes afirmou ter dificuldades para conseguir se concentrar no que é proposto em sala de aula, outros 18,8% relataram se sentir totalmente esgotados e sob pressão, enquanto 18,1% disseram perder totalmente o sono por conta das preocupações e 13,6% afirmaram a perda de confiança em si, o que são considerados sintomas de transtornos de ansiedade e depressão.

A avaliação mergulha nos danos severos à educação causados pela pandemia e reforça o desenvolvimento socioemocional como mola propulsora para a aprendizagem e outras conquistas ao longo da vida. A análise dos dados ainda revela a importância direta das competências socioemocionais para o aprendizado e o seu impacto em outros aspectos que afetam a aprendizagem indiretamente, como saúde mental, violência e estratégias de aprendizagem, conforme será visto a seguir.

Apesar de fundamentais, a pesquisa revelou a queda de dois grupos de competências ligados mais diretamente ao aprendizado: Autogestão, que envolve foco, determinação, organização, persistência e responsabilidade; e Amabilidade, que contempla empatia, respeito e confiança. “São duas competências fundamentais à aprendizagem e ao clima escolar, pois estão relacionadas à capacidade do estudante em ser persistente, determinado e também mais propenso a um convívio social harmonioso”, comenta Rossieli Soares, Secretário da Educação do Estado. De acordo com a análise de 2019, quando desenvolvidas de forma intencional na escola, a autogestão pode significar 3,5 meses letivos a mais de aprendizado em Matemática e a amabilidade pode significar 5,8 meses letivos a mais de aprendizado em Língua Portuguesa.

A dificuldade de concentração, um dos sintomas analisados, demonstra um nível baixo de foco, competência de Autogestão que é essencial para que o estudante consiga aprender, como explica Tatiana Filgueiras, vice-presidente do Instituto Ayrton Senna. “Aproximadamente um terço dos alunos pesquisados se consideraram ‘pouquíssimos focados’. A avaliação ainda demonstrou que, quanto menores os índices de saúde mental do estudante, mais ele pode ter desafios de aprendizagem. Em contrapartida, avanços no fortalecimento da sua saúde mental podem significar até 8 meses letivos a mais no aprendizado em Matemática prejudicado nesses últimos 2 anos, por exemplo”, analisa.

Para o Secretário, a pesquisa traz um olhar inédito para os estudantes de forma integral. “Os dados dão luz às competências que serão a base para promover o aprendizado e quantificam o impacto destes últimos anos na saúde mental. As questões socioemocionais impactam no aprendizado e também passam por pontos importantes, ligados à saúde mental, estratégias de aprendizagem e violência”, resume Rossieli.

 

Estratégias de aprendizagem

Também foram abordadas as quatro formas mais utilizadas pelos estudantes para estudar – monitoramento, elaboração, esforço e memorização. Quando utilizadas de modo eficaz, essas estratégias contribuem para que os estudantes regulem a própria aprendizagem e, deste modo, consigam atingir melhores resultados. A avaliação mostrou que as estratégias de monitoramento, quando há a verificação da própria compreensão sobre os conteúdos estudados e a autorregulação dos comportamentos para aprimorá-los, são as que mais influenciaram positivamente os resultados em Língua Portuguesa e Matemática no Saresp.

Em contrapartida, a memorização, ou repetir a matéria para decorar o conteúdo e poder repeti-lo, apresentou uma relação negativa com desempenho quando utilizada isoladamente. “Isso não quer dizer que ela não é importante, pois em conjunto com as outras estratégias ela pode ser eficaz. No entanto, o estudante que só memoriza o conteúdo, sem ter um pensamento crítico, pode apresentar menor desempenho escolar”, afirma Tatiana Filgueiras, do Instituto Ayrton Senna.

 

Violência

A pesquisa também indicou que 5,7% dos estudantes avaliados relataram presenciar violência psicológica com muita frequência. Outros 3,8% afirmaram presenciar violência física em casa com muita frequência. Neste cenário, os alunos mais acometidos são os do 5º ano do ensino fundamental.

Neste contexto, aproximadamente 67% dos estudantes se declararam nada ou pouco capazes de exercitar a competência Tolerância à Frustração. Ou seja, demonstrm dificuldades para controlar e lidar com a raiva e a irritação diante de situações adversas. Autoconfiança foi a segunda competência mais citada entre os participantes entre aquelas nas quais há maior dificuldade no exercício.

 

Convivência e promoção da saúde mental 

Diante deste cenário, a Secretaria da Educação desenvolve e mantém ações em toda a rede. Duas novidades já estão em curso. Uma delas é o Projeto de Convivência. Este componente curricular dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, que compõe o Programa Inova Educação, tem como objetivo promover as competências socioemocionais dentro do ambiente escolar. São oferecidas aulas semanais para trabalhar diversas competências e comportamentos, como respeito, solidariedade, tolerância e perseverança, com foco na formação humanística e cultural para mobilizar ou regular as emoções.

Também para promover o desenvolvimento socioemocional de estudantes e profissionais da educação, a Seduc-SP desenvolve o Conviva SP. O Programa de Melhoria da Convivência e Proteção Escolar promove ações voltadas, especialmente, à promoção da saúde mental na escola, sobretudo docentes e estudantes.  “O Conviva atua de forma presencial e formativa, neste caso online, para levar um ambiente solidário, colaborativo, acolhedor e seguro nas nossas escolas. Entre outros pontos, identifica vulnerabilidades para implementar planos de melhoria da convivência, além de atrelar ações proativas de segurança, articular a participação ativa da família na vida escolar dos alunos, com o Psicólogos da Educação, e ofertar ações de serviço de assistência e saúde mental”, resume Rossieli.

Estudo publicado no portal: https://institutoayrtonsenna.org.br/
Para visitar a matéria no portal do instituto, clique aqui.

 

 


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30 de abril de 2022 NotíciasOutros temas0

Continuando nossas ações para promover conhecimento, respeito e empatia no #AbrilAzul, mês dedicado à conscientização da população sobre o espectro autista, seguimos compartilhando informações sobre esse universo, e sabendo que problemas com alimentação são um fator de estresse para muitos pais de crianças com TEA, entre eles a seletividade alimentar.

Durante a pandemia isso ficou ainda mais complicado, não apenas para crianças com TEA, pois a mudança de rotina durante o isolamento social, teve um impacto direto na alimentação de todas as famílias, que ficaram mais tempo em casa, precisando aprender a lidar com home office, aulas on-line, etc.

Tudo isso deixou ainda mais complicado seguir uma rotina que ajuda a promover uma boa alimentação, e muitas crianças têm apresentado seletividade alimentar, quando há recusa de alguns alimentos ou de grande parte deles, como grupos alimentares quase inteiros.

Mas aos poucos vamos retornando à “vida normal” e chega a hora de buscarmos esse equilíbrio, auxiliando as crianças e pais a buscarem uma alimentação mais saudável.

Por isso compartilhamos agora, 8 dicas para reverter a seletividade alimentar !

Para mais detalhes, confiram a matéria completa do jornal EXTRA clicando aqui !

Inclusive a matéria pontua que no caso de seletividade alimentar, é importante buscar uma equipe multidisciplinar como a Aelius oferece a seus clientes, por isso reforçamos novamente que estamos de portas abertas para oferecer suporte e acolhimento a todos, sempre buscando promover saúde e bem estar !

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18 de junho de 2021 NotíciasOutros temas0

A data de 18 de junho foi escolhida para mudar a visão negativa dos meios de comunicação e da sociedade em relação ao autismo, substituir o conceito de “doença” por “diferença” e reconhecer o potencial das pessoas que sofrem do transtorno. O bate-papo de hoje é para refletir e reavaliar a maneira como vemos os grupos de pessoas que são diferentes de nós e muitas vezes são incompreendidos. Confira o áudio.

Criada em 2005, a comemoração, a cada ano mais popular também no Brasil, conta com a adesão do Senado Federal. A intenção é demonstrar à sociedade que o autista não tem uma doença, mas apenas apresenta condições e características especiais que trazem desafios e também recompensas aos seus familiares e à comunidade.

Outra celebração importante para os autistas é o 2 de abril, Dia Nacional de Conscientização sobre o Autismo, data instituída pela Lei 13.652, de 2018, proposta pelo senador Flávio Arns (Rede-PR).

— As duas datas fortalecem a reflexão e a compreensão sobre as especificidades do espectro das pessoas com autismo. Também chamam a atenção sobre as condições que a nossa sociedade e o nosso Estado oferecem a esses brasileiros e suas famílias, de uma forma ampla, sistêmica, abrangendo os diversos aspectos da vida — explicou o senador.

Cérebro diferente

Ana Carolina Quariguasy é mãe de Marina (11 anos), Pedro (8 anos, diagnosticado com autismo antes dos 2 anos) e Cecília (1 ano e 2 meses, sem características que indiquem o transtorno). Já são mais de seis anos de busca por apoio do governo e para encontrar os tratamentos adequados que o ajudem a controlar a ansiedade, a diminuir a sensibilidade aguçada, causada por barulhos, luzes ou cheiros fortes, a melhorar a comunicação (ele não é verbal) e a obter uma educação de qualidade, inclusiva e com acompanhamento, direito garantido por lei.

Apesar das dificuldades, sobretudo para se expressar, Pedro é amável, carinhoso, inteligente e muito ligado às irmãs. Gosta de passear, dançar, nadar, brincar no balanço e no escorregador, como qualquer criança de 8 anos. “Ele completa a família”, frisa a mãe.

Na opinião de Ana Carolina, o Dia do Orgulho Autista e o Dia de Conscientização do Autismo evidenciam a existência do transtorno na coletividade e ajudam a pavimentar a estrada a ser percorrida até que a sociedade tolere verdadeiramente o diferente, seja o neurodiverso, seja a pessoa com deficiência, o negro, a mulher, o índio ou o idoso.

— Vivemos num mundo capacitista [que discrimina quem não é considerado normal] que não inclui de verdade e segrega as diferenças. Ainda temos um longo caminho para que autistas não sejam vistos como doentes, mas sim como pessoas que têm um funcionamento cerebral específico, diferente. Então, estas celebrações são importantes para que a neurodiversidade esteja em evidência e para que possamos entender que, mesmo sendo diferentes, os autistas têm valor — opinou, em entrevista à Agência Senado.

Espectro

Leitora voraz de estudos que a ajudam a compreender o transtorno e a auxiliar o filho em suas demandas, Ana Carolina explica que o autismo tem características individuais, com diferentes níveis de intensidade de pessoa para pessoa, ocupando diferentes “faixas” num espectro, numa escala que vai de leve a grave.

— Por isso se diz que nenhum autista é igual ao outro — explica.

Um autista de alta funcionalidade manifesta prejuízos leves, que não impedem que ele estude, trabalhe ou se relacione. Um autista de grau médio tem menos independência e necessita de algum auxílio para desempenhar funções cotidianas, como usar o banheiro ou preparar a sua refeição. Já alguém com baixa funcionalidade tem dificuldades graves e costuma precisar de apoio especializado ao longo da vida. Pedro tem grau médio.

Pessoas com TEA podem ter dificuldades de se expressar, principalmente quando não falam de maneira efetiva, comunicando uma ideia ou um sentimento. Costumam decorar trechos de músicas ou de filmes e repetem frases sem necessariamente emitir uma opinião ou um juízo. Normalmente apresentam comportamentos repetitivos, emitindo sons, se balançando, fazendo gestos fora de contexto ou que pareçam estranhos para outras pessoas. Essas, em geral, são maneiras que encontram para se tranquilizar após expostos a alguma situação que fuja do habitual. Podem ainda encontrar formas não convencionais de brincar, manusear objetos ou interagir, como virar um carrinho com as rodas para cima e girar os pneus, em vez de conduzi-lo numa pista imaginária, explica Ana Carolina.

Inclusão

Para promover a inclusão dos autistas, considerando todas as características e necessidades, são indispensáveis adaptações físicas, comportamentais e legais, que garantam a eles qualidade de vida e cidadania. O Congresso Nacional tem atendido a esse chamado e elaborado legislação em resposta às demandas feitas pelos representantes da causa das pessoas com TEA.

Foi com a Lei Berenice Piana (Lei 12.764, de 2012, que define a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista) que o autismo foi definitivamente classificado como deficiência, assegurando aos diagnosticados todas as políticas de inclusão existentes no país para a pessoa com deficiência. Até então, a legislação não era clara em relação ao autismo, e muitas vezes eles eram impedidos de usufruir dos benefícios.

Essa lei também garantiu a inclusão escolar, o direito de matrícula em escolas regulares, o acesso a um mediador escolar sem custo para a família e previu sanções aos gestores que negarem a matrícula a estudantes com deficiência. O texto foi originário de uma Sugestão Legislativa (SUG 1/2010), da Associação em Defesa do Autista, convertida em projeto da CDH.

— [Com a lei] você passou a incluir os que estavam à margem, secundarizados, tratados de forma segregada e que passaram a ter reconhecimento legal, por força de um tratamento não digno dispensado há décadas, e com essa segurança de haver sanções para quem descumprisse os direitos por eles conquistados. Autistas não tinham essas garantias e direitos. Sem sombra de dúvidas melhorou consideravelmente, em especial quando tratamos sobre educação — declarou à Agência Senado o senador Veneziano Vital do Rego (PSB-PB), autor de diversas propostas legislativas que beneficiam os autistas.

Poucos anos mais tarde, o Estatuto da Pessoa com Deficiência — ou Lei Brasileira de Inclusão (LBI), Lei 13.146, de 2015 — afirmou a autonomia e a capacidade desses cidadãos, incluindo os autistas, para exercerem atos da vida civil em condições de igualdade com as demais pessoas. Atribuiu ao Sistema Único de Saúde (SUS) o dever de oferecer atenção integral e tratamento completo ao paciente diagnosticado com TEA, em qualquer grau de complexidade. E garantiu benefícios diversos como a prioridade na restituição do Imposto de Renda aos contribuintes com deficiência ou com dependentes nessa condição.

Uma das maiores conquistas [para os autistas] foi a Lei 12.764, de 2012, a que dei o título de Lei Berenice Piana.

Maria Berenice Piana dá nome à Lei 12.764, de 2012, por ser uma das principais defensoras dos direitos das pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Mãe de três filhos, um deles autista, a militante procurou o Senado em busca da aprovação de legislação que classificasse, definitivamente, os autistas como pessoas com deficiência, garantindo direitos e ampliando as informações sobre o transtorno à população. Para ela, era preciso um instrumento para ajudar as famílias na luta contra a burocracia. Por meio de uma sugestão legislativa apresentada pela Associação em Defesa do Autista em 2010, e convertida no Projeto de Lei do Senado (PLS) 168/2011 pela Comissão de Direitos Humanos (CDH), a iniciativa foi aprovada nas duas Casas do Congresso e tornou-se lei. A Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtornos do Espectro Autista, prevista na Lei Berenice Piana, foi um dos primeiros casos de sucesso de legislação participativa no Senado.

Carteirinha

Mais uma conquista obtida para os autistas foi a regulamentação da Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (Ciptea), pela Lei 13.977, de 2020, conhecida como Lei Romeo Mion.

Romeo Mion, 14 anos, diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista (TEA), é filho do apresentador de televisão Marcos Mion, que se tornou um militante em defesa dos direitos das pessoas diagnosticadas com o transtorno. Marcos Mion visitou o presidente Jair Bolsonaro em julho de 2019 e, após longa reunião, o convenceu a sancionar a legislação que incluiria informações específicas sobre autismo no Censo 2020 (Lei 13.861, de 2019). Bolsonaro já havia feito manifestações que indicavam um provável veto à proposta. Pouco tempo depois desse encontro, em janeiro de 2020, o presidente sancionou a Lei 13.977, de 2020, que ficou conhecida com o nome de Romeo Mion e criou a carteira para identificar os autistas (Ciptea). A legislação teve origem no projeto de lei da Câmara (PL 2.573/2019), da deputada Rejane Dias (PT-PI), aprovado no Senado em dezembro do ano passado. A senadora Soraya Thronicke (PSL-MS) foi relatora na Comissão de Direitos Humanos (CDH) e o senador Luis Carlos Heinze (PP-RS), na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

A carteira deverá ajudar seus portadores a ter atenção integral, prioridade no atendimento e no acesso aos serviços públicos e privados, em especial nas áreas de saúde, educação e assistência social.

A Ciptea será expedida pelos órgãos estaduais, distritais e municipais que executam a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista. A família deve apresentar um requerimento acompanhado de relatório médico para obter o documento.

Fonte: Agência Senado

#DiaDoOrgulhoAutista

 


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